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Por João Marcelo Garcez, disponível em: http://colunas.globoesporte.com/joaomarcelo
A eliminação do Fluminense no Campeonato Estadual não deve ser encarada como um simples tropeço. Mais uma vez, o clube sequer chegou à decisão de uma competição de nível técnico duvidoso, que, à exceção dos quatro grandes e Duque de Caxias, não conta com nenhuma agremiação que esteja disputando ao menos a Série B do Campeonato Brasileiro.
O protesto da torcida segunda-feira nas Laranjeiras pode ter sido inadequado por ter sido realizado no local de trabalho dos jogadores. Mas o sentimento de todos os tricolores que assistiram ao Fla-Flu foi mesmo de falta de brio e gana de vencer entre os jogadores.
É claro que o problema não reside única e exclusivamente aí. É preciso ir além e tentar entender o que se passa na cabeça de jogadores que recebem seus salários majoritariamente dos cofres da Unimed. É vasta a relação de atletas que despontavam em outros clubes e que, ao chegarem às Laranjeiras, não renderam nem 50% do que poderiam. Em seus pensamentos tortos, creio que devam imaginar que o Fluminense é uma espécie de Spa clubístico, onde recebe-se altos salários para se jogar bola quando se bem entende.
Incrível também a coincidência de ocorrências de atletas que dão entrada no Departamento Médico poucos dias depois de se acertarem com o clube. Parecem querer driblar os profissionais do Fluminense, encostando o boi na sombra para mamar na teta da vaca (leia-se Unimed).
Profissionais assim são dispensáveis e devem passar longe das Laranjeiras. Queremos atletas que honrem sua profissão, treinando diariamente com afinco e rendendo em campo 110% de sua capacidade. Se a diretoria não fiscaliza e “aperta” as laranjas podres do Flu, torcida e associados ocuparão então esse papel a partir de agora.
A começar pelo jogo desta quinta-feira contra o Águia de Marabá, pela segunda fase da Copa do Brasil.
***
Falei que o Flu não corria qualquer risco no julgamento de terça no TJD. O Campeonato Estadual de 2002, conquistado no ano do centenário do clube, se já era legítimo, agora foi ratificado por unanimidade no Tribunal.
Méritos para Mário Bittencourt, advogado do clube, que mais uma vez lançou mão de sua competência para defender a causa tricolor.
***
O que foi aquele mosaico tricolor nas arquibancadas do Maracanã? Lindo demais. A torcida do Fluminense esbanja criatividade, reinventa-se a cada dia e está de parabéns por mais essa novidade.
Essa superou até o nome do clube escrito com sinalizadores. Não resisti e bati a foto que ilustra esse post.
Filed under: Fluminense | Etiquetado: Blog do torcedor ; joão marcelo garcez, doe sangue aos jogadores do fluminense, fla-flu, FlaxFlu, Fluminense, Flusócio, Legião tricolor, mosaico, mosaico tricolor, pavilhão tricolor, terno e gravatinha, vergonha | Deixar um comentário »
Recentemente circulou pela internet um email sobre uma possível manobra do governo militar para controlar a “massa”. Segundo esse email, existiria uma Tese de Doutorado explicando como surgiu a “imensa nação rubro-negra”, uma das maiores manipulações de massa já vista na história do Brasil. Todos os fatos tem provas e foram estudados pela então doutoranda.
O interessante é que esta Tese existe de fato e está disponível para download no endereço: http://www.efdeportes.com/efd107/por-que-flamengo.htm
Conforme essa Tese, durante a ditadura, os militares viram a necessidade de criar massas alienadas para serem melhor manipuladas pela TV recém criada pelo governo e seus jornais oficiais.
Como o futebol já era uma grande paixão dos brasileiros, a idéia foi engrandecer determinados clubes de futebol para que fossem queridos pelas massas desprovidas de cultura (o povão) não só do RJ e SP, mas de todo o país, de forma que a alienação fosse disseminada de forma mais efetiva.
O importante mesmo é não perder a oportunidade de sacanear um framenguista…
Segue um Resumo de como tudo aconteceu retirado de um fórum na internet:
Globo+Governo militar+Manipulação= mito flamengo
Isso é sério, uma das fontes é a tese de doutorado da Dra. Marizabel Kowalski, da Universidade de Educação Física de Viçosa, e explica como surgiu a “imensa nação rubro-negra”, umas das maiores manipulações de massa já vistas na História do Brasil. Todos os fatos têm provas e foram estudados pela doutora. O link segue abaixo, divulguem. É preciso alertar as pessoas do “mito” do qual são vítimas pelas garras da Rede Globo.
Durante a ditadura, os militares viram a necessidade de criar massas alienadas para serem melhor manipuladas pela Rede Globo, TV recém-criada pelo governo, e seus jornais oficiais.
Como o futebol já era uma grande paixão dos brasileiros, a idéia foi engrandecer determinados clubes de futebol para que fossem queridos pelas massas menos cultas (o “povão”) não só do RJ e de SP mas de todo o resto do país, de forma que a alienação fosse disseminada de forma mais efetiva. Roberto Marinho, dono da emissora e fanático torcedor rubro-negro, não teve dúvidas de que clube seria esse.
Daí nasceu a construção do mito da “imensa nação” rubro-negra, com a Globo mitificando suas cores, jogadores e torcedores. Em SP, o clube escolhido foi o da “periferia”, o Corinthians.
Começou uma das maiores enganações e manipulações da história do Brasil:
Armando Nogueira, que comandou por 25 anos o jornalismo da emissora, contou no sportv que os narradores da Globo eram obrigados a gritar mais alto nos gols do Flamengo, a diminuir nos de outros clubes. Os comentaristas eram advertidos a esconder os defeitos e aumentar as qualidades dos jogadores. Assim surgiu p.ex. o mito “Zico”, que virou lenda só no Flamengo mas enterrou o Brasil em 4 Copas (3 como jogador e 1 como coordenador, ao vetar a ida de Romário para a Copa de 98 por inveja de Romário ter ganho praticamente sozinho a Copa anterior, coisa que Zico jamais conseguiu).
Os programas esportivos da Globo minimizam as torcidas, as vitórias e conquistas de Fluminense, Vasco, Botafogo e outros clubes, e maximizam tudo que é do Flamengo (e do Corinthians). Os narradores e comentaristas continuam com suas missões, porém hoje com a Internet fica mais difícil enganar as pessoas mais inteligentes. De qualquer forma, o estrago foi feito, os dois times têm as maiores torcidas do país e a massa continua sendo manipulada facilmente… como sempre.
No final de 1977, na Rede Globo, sala de Otto Lara Resende, nascia a Frente Ampla pelo Flamengo, para a qual Magaldi, um de seus inventores, convocou este também rubro-negro. Na partilha das tarefas, coube-me a propaganda e a edição de um periódico para preparar uma futura ação eleitoral.
Nosso companheiro de Globo era o panamenho Homero Icaza Sanches, chefe de pesquisas da Rede e conhecido no meio, pela sua competência, como o “Bruxo”. Magaldi pediu ao Homero uma pesquisa junto ao colégio eleitoral do CRF – 3 mil associados – e havia, pela ordem, duas preocupações prioritárias:
1. a situação geral, financeira e administrativa;
2. o futebol.
Escolhido Márcio Braga como nosso candidato, criei e gravei um comercial com ele, abordando a preocupação maior. Carlinhos Niemeyer, o empresário do Canal 100, jornal cinematográfico exclusivo sobre futebol, foi o escolhido para a mensagem da segunda preocupação
.A pesquisa revelou um dado fundamental, pois se mil ou mais eleitores comparecessem, a FAF seria vencedora. Daí ninguém entender como um universo de apenas 3 mil pessoas podia envolver comerciais de TV e outdoors espalhados pela cidade. O case da campanha, que Roberto Marinho, também do time, fingia não ver e tinha apoio absoluto do diretor-geral Walter Clark, ganhou, a posteriori, muitas páginas da revista Propaganda. De repente, ser eleitor do Flamengo era um privilégio e votar uma ação irrecusável.
- Champanhe, uísque ou vodca?
A vitória, acachapante, foi comemorada até de madrugada numa churrascaria da Zona Sul.
Ano seguinte, o Flamengo, com Walter Clark como vice de futebol, era campeão estadual com vitória nos dois turnos. Completou-se, depois, um tri- estadual, um campeonato brasileiro, um carioca, a Libertadores da América e, em 1981, no Japão, o Flamengo sagrava-se campeão mundial. (mesmo sem enfrentar times argentinos ou uruguaios…rsrsrs)
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O fato de o Brasil ser um país extenso, e o futebol o esporte número 1 da nação, favorece o surgimento de verdadeiros ciganos da bola.
Não raro, aparecem, jogando por grandes clubes, atletas que saíram de lugares inimagináveis, de cada canto que nem se sabe notícia.
A expressão “do Oiapoque ao Chuí” realmente se aplica quando o assunto é a diversidade sócio-cultural no futebol brasileiro.
Na corrida pela descoberta de novos talentos, os clubes ‘importam’ mão-de-obra barata em estados e cidades onde o futebol não é lá muito tradicional.
E muitos desses ciganos da bola fazem questão de ressaltar sua origem, sua terra natal, no próprio nome de boleiro. Dá até pra montar um time com jogadores que carregam a cidade de origem na alcunha:
1. Macaé (Villa Nova-MG); Macaé-RJ
2. Apodi (Vitória); Apodi-RN
3. Marcelo Batatais (São Caetano); Batatais-SP
4. Edu Dracena (Fenerbahçe); Dracena-SP
5. Itaqui (Guarani); Itaqui-RS
6. Maricá (Mesquita); Maricá-RJ
7. Augusto Recife (Botafogo-SP); Recife-PE
8. Marabá (Águia-PA); Marabá-PA
9. Alexandre Pato (Milan); Pato Branco-PR
10. Márcio Mossoró (Sporting Braga); Mossoró-RN
11. Muriqui (Ituano); Muriqui-RJ
Isso sem contar os inúmeros Alex Mineiro, Júnior Baiano, Sandro Goiano, Ronaldinho Gaúcho, Rafael Carioca, Wellington Paulista, Fabinho Capixaba, Nilson Sergipano, Reinaldo Alagoano, Dudu Cearense, Juninho Pernambucano…
Ou os não menos populares Marquinhos Paraná, Marcelinho Paraíba, Alan Bahia, Ceará, Pará e por aí vai.
Se, por um lado, as atenções dispensadas pela mídia aos grandes clubes se restringem ao eixo RJ-SP-MG-RS, por outro, o celeiro brasileiro de craques e aspirantes não impõe qualquer fronteira.
Filed under: Futebol | Etiquetado: Alexandre Pato, Apodi, Augusto Recife, Edu Dracena, Itaqui, macaé, Marabá, Marcelo Batatais, Marcio Mossoró, maricá, mesquita, Muriqui, nomes de cidades, Nomes de jogadores, Pato Branco, Recife | 1 Comentário »
Recebi essa piadinha hoje por email, muito hilário. Trata-se de um diálogo entre um pai flamenguista e seu filho:
Filed under: Futebol, Humor | Etiquetado: Botafogo, djalma santos, Flamengo, flamenguista, Fluminense, framengo, garrincha, LDU, Liverpool, urubu, Vasco, vice | 1 Comentário »
Depois daquele fatídico episódio da venda de ingressos para a Final da Libertadores, me senti ultrajado, humilhado pela diretoria do Fluminense. Infelizmente, a recompensa que nós torcedores ganhamos da diretoria pelo amor incondicional dedicado ao nosso clube de coração é o desrespeito total. Nem por isso deixei de amar o Fluminense, muito pelo contrário. E assim como ocorreu comigo, tal fato mexeu com os brios de toda a torcida que cansou de ser maltratada pela diretoria e agora exige mudanças na estrutura do clube.
Venho buscando algumas alternativas para fazer alguma coisa pelo Fluminense de forma efetiva e fiquei muito feliz em conhecer alguns grupos de torcedores que estão se unindo em prol do Fluminense. Individualmente ficamos com as mãos atadas e a única forma de se fazer algo realmente eficaz é juntando as forças de todos aqueles que querem o melhor para o Fluminense. Justamente na reunião de um desses grupos, o Flusócio, tomei conhecimento de muitos problemas muito mais graves que aqueles que são divulgados nos jornais.
Fiquei pasmo ao saber que cerca de 60% dos sócios do clube não são torcedores do Fluminense e obviamente, estão se lixando para o futebol do clube. Claro, um flamenguista que mora em laranjeiras e joga tênis no clube está preocupado com os investimentos do departamento de futebol? Ou a forma que este está sendo administrado? E nós vamos permitir que este perfil de associado decida o planejamento e o futuro do Fluminense? Não pode ser assim! O Departamento de Futebol no Fluminense está relegado e não podemos permitir que isso aconteça.
Criaram uma distinção terrível entre o torcedor e o associado do clube. Porque existir sócio e sócio torcedor? Tem que ser uma coisa só. Afinal, nós não somos torcedores do time de futebol do Fluminense, somos torcedores do Fluminense Futebol Clube, um CLUBE DE FUTEBOL e este deve estar em primeiro plano. Para a diretoria é interessante manter os torcedores afastados e sem o direito de decidir o melhor para o Fluminense porque assim eles se perpetuam no poder e continuam com a mesma sujeirada que já estamos cansados de ver.
Cheguei a conclusão que a única forma de mudarmos o Fluminense é modificando o perfil dos associados do clube, ou seja, nós torcedores devemos nos tornar sócios e decidir o melhor para o Fluminense. Não podemos deixar o clube abandonado nas mãos de pessoas que querem acabar com o futebol!
Todos os outros problemas do Fluminense (os muitos problemas), decorrem disso porque a atual estrutura está engessada e impede que as mudanças sejam implementadas. A mudança só ocorrerá se for de dentro para fora e para isso acontecer precisamos nos associar e votar!!!
Sei que não é fácil nem barato, mas é o único jeito. Sempre fui contra me associar porque associava ser sócio com freqüentar o clube, mas ser sócio é muito mais que isso, ser sócio é decidir o melhor para o Fluminense.
A partir de hoje, além de me tornar sócio, farei campanha para conscientizar aqueles que querem o bem do Fluminense e que estes também se tornem sócios!
Saudações Tricolores!
Rodolfo Lordão
Filed under: Fluminense, Futebol | Etiquetado: campanha, chapa de oposição, Flusócio, pavilhão tricolor | 4 Comentários »
Galera,
A situação está feia.
Acho que a Torcida deve cobrar sim. Mas por que não se organizar e fazer bem feito?
Por acaso fazer barulho um dia e depois sumir resolve alguma coisa?
Engraçado que as cobranças são sempre as mesmas e essas coisas nunca são resolvidas. Por que será?
Nunca vi cobrarem transparência da diretoria, das contas do Clube. O Clube divulga o Balanço anualmente? Só vi uma vez na gestão do David Fischel.
E os jogadores de Xerém que vivem ganhando torneios nas divisões de base e somem de repente? E o dinheiro? Ninguém sabe, ninguém viu!
Ou então, quando divulgam a negociação deles os direitos econômicos pertencem a empresários. Quem permite isso? Quem é o responsável? Alguém cobra alguma coisa?
Agora virou moda também o clube não divulgar os valores envolvidos nas negociações. Por quê? Cadê a transparência?
Chegar no estádio vestido de preto pra fazer algazarra e a imprensa ver é mole. É coisa de quem quer aparecer! É melhor pintar a bunda de vermelho.
Por quê não se organizar e discutir todos os problemas do Fluminense? TODOS! Relacionar um por um, estipular prioridades e começar a cobrar?
Acho que esse é o tipo de cobrança que surtiria efeito. O Fluminense mesmo qdo está numa fase boa, parece uma bomba relógio prestes a explodir a qualquer minuto. É muita sujeirada que vão sendo escondidas debaixo do tapete e uma hora aparece. E quem se fode é o time e nós torcedores que temos que aturar tudo isso.
O dia que quiserem fazer esse tipo de cobrança, podem me chamar que estou dentro. Agora fingir que está tudo bem e ir pro maracanã vaiar o Fabinho, o Ygor, o Romeu como se eles fossem os culpados por todos os problemas do clube eu tô fora. Até porque, acho que tudo isso acaba piorando ainda mais o ambiente, além de não resolver os problemas principais.
Quem é o verdadeiro culpado? Eles que são péssimos jogadores mas estão entrando em campo ou quem os contratou? Quem os escalou?
Porque os jogadores bons sempre vão embora e os ruins ficam? Não deveria ser ao contrário????
Estou fazendo um apelo àqueles que amam o fluminense. Não podemos abandonar nosso time e também não podemos empurrar os problemas com a barriga.
Não quero ficar brigando para não ser rebaixado esse ano e no ano que vêm começar tudo novamente! Quero ver o Fluminense como um clube grande, vencedor e não como um clube de aluguel que vive rolando suas dívidas, que serve de vitrine para empresários e especuladores e que a própria sede é ameaçada de penhora.
Quero títulos importantes à altura da grandeza do FLUMINENSE!
Podemos não ter a maior torcida, mas com certeza somos a mais apaixonada. Temos que mostrar a nossa força.
Saudações Tricolores!
Rodolfo Lordão
Filed under: Fluminense, Futebol | Etiquetado: caixão, cobranças, cruz, diretoria, Fluminense, Flusão, protesto da torcida, velas, Xerém | Deixar um comentário »
postado por Marquês de Laranjeiras e resume bem o que eu penso.
Chega a dar dó dos flamenguistas! Cada vez eles ficam se apequenando mais. Não bastasse se submeterem ao papel ridículo de irem ao Maracanã com camisas do Boca Juniors, comemoraram a magra vitória de 1 a 0 (com gol de pênalti no final) como se fosse um título. Detalhe! Nosso time era formado apenas por reservas.
Outro fato patético é acharem que irão ficar na parte de cima da tabela. Aposto com quem quiser que quando o Fluminense voltar a atuar com os titulares, após o título da Copa Libertadores, chegaremos 10 pontos (no mínimo!) à frente da molambada.
Vamos pensar no Boca que esse sim é um adversário a altura!
Saudações tricolores!
http://www.lancenet.com.br/blogs_colunistas/vitral/default.asp
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Confusão com preparador físico, Tevez e Mascherano no Corinthians? Lá está ele.
Briga com atacante marfinense lá pelas bandas da Alemanha? Olha só, quem será? Mais uma vez, ele.
Relógio voa “involuntariamente” na concentração do São Paulo e vai parar na cabeça de quem? Dele, claro.
Diálogo embaraçoso, comprometedor e polêmico com tietes num elevador:
- Manda um beijo pro Fábio. E outro pro Marcelo Moreno.
- Que negócio é esse de mandar beijo pra homem? Aqui não tem nenhum Richarlyson, não.
Do nada, a cena vai parar na internet e vira pauta na mídia. Tchan, tchan, tchan… Será que ele está no bolo de novo? Na mosca!
Pois é, Carlos Alberto é mesmo um espertão.
Exemplo de como não se administrar a imagem de um jogador de futebol ou simples injustiçado pelo destino traiçoeiro?
De todo jeito, essa história lembra a de um certo mamute, tão esperto e sagaz quanto o menino inocente, Carlos Alberto.
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Filed under: Diversos | Etiquetado: Ave Yelena Gadschiyevna Isinbayeva, musas, Olimpiadas, Pequim 2008 | 1 Comentário »